Agatha Christie



Agatha Christie


Nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando activamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Morreu em 12 de Janeiro de 1976. (Wikipédia)

Esta MULHER, que embora ninguém referencie como uma escritora fantástica, que não era louca, pelo menos no sentido que conhecemos do termo, não tomava drogas e não se suicidou, é para mim um portento e deslumbrante fonte de muitos prazeres. Li todos os romances ou quase todos cujo protagonistas são Hércule Poirot (Brilhante) e Miss Marple (Genial). Revejo com frequência os episódios da série Poirot e eventualmente alguns que possa de Miss Marple. E fico SEMPRE deslumbrada com os pequenos pormenores que descubro da perspicácia, inteligência, sagacidade e visão que ela demonstra. As obras revelam um conhecimento extraordinário não só da natureza humana como de várias áreas que são retratadas e acima de tudo de uma actualidade maravilhosa. Não podemos esquecer que é uma mulher do início do século XX e eu hoje em pleno século XXI sinto-me fascinada, inebriada (será o meu escape ao mundo actual) com a forma como ela foi capaz de deixar semelhante legado. Com humor, fácil de ler, sem pretenciosismos de literatura intelectual, que parece ser a única digna de prémios Nobel, e plena de conhecimento.
Presto aqui a minha humilde homenagem a esta grande MULHER!





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